20 abril 2011

Apolo...:

Em grego: Ἀπόλλων, transl. Apóllōn, ou Ἀπέλλων, transl. Apellōn, foi uma das divindades principais da mitologia greco-romana, um dos deuses olímpicos. Filho de Zeus e Leto, e irmão gêmeo de Ártemis, possuía muitos atributos e funções, e possivelmente depois de Zeus foi o deus mais influente e venerado de todos os da Antiguidade clássica. Era descrito como o deus da divina distância, que ameaçava ou protegia deste o alto dos céus, sendo identificado com o sol e a luz da verdade. Fazia os homens conscientes de seus pecados e era o agente de sua purificação; presidia sobre as leis da Religião e sobre as constituições das cidades, era o símbolo da inspiração profética e artística, sendo o patrono do mais famoso oráculo da Antiguidade, o Oráculo de Delfos, e líder das Musas. Era temido pelos outros deuses e somente seu pai e sua mãe podiam contê-lo. Era o deus da morte súbita, das pragas e doenças, mas também o deus da cura e da proteção contra as forças malignas. Além disso era o deus da Beleza, da Perfeição, da Harmonia, do Equilíbrio e da Razão, o iniciador dos jovens no mundo dos adultos, estava ligado à Natureza, às ervas e aos rebanhos, e era protetor dos pastores, marinheiros e arqueiros. Embora tenha tido inúmeros amores, foi infeliz nesse terreno, mas teve vários filhos. Foi representado inúmeras vezes desde a Antiguidade até o presente, geralmente como um homem jovem, nu e imberbe, no auge de seu vigor, às vezes com um manto, um arco e uma aljava de flechas, ou uma lira, e com algum de seus animais simbólicos, como a serpente, o corvo ou o grifo.

Os Amores de Apolo

Apolo teve um grande número de amores, masculinos e femininos, mortais e imortais, mas geralmente não foi correspondido, ou quando foi, alguma tragédia interrompeu o romance. Aqui são citados apenas alguns, lembrando que de acordo com as várias fontes podem ser encontradas versões divergentes de cada história. Ovídio disse nas Metamorfoses que o primeiro amor de Apolo foi Dafne, uma ninfa, mas o amor acabou frustrado por Eros, que lançando sua flecha de chumbo contra a ninfa, fê-la rejeitar o deus, enquanto que dirigindo sua flecha de ouro para Apolo, provocou-lhe intensa paixão. Teve motivos para isso, pois Apolo havia desdenhado da habilidade do deus do amor com o arco e gabado suas próprias vitórias. Depois de ser incansavelmente perseguida por Apolo, Dafne suplicou para seu pai para que fosse transformada em um loureiro. Apolo declarou então que o loureiro seria sua árvore sagrada. Os vencedores dos Jogos recebiam uma coroa de folhas de loureiro. Ciparisso era especialmente afeiçoado a um cervo domesticado. Acidentalmente matou-o com seu dardo, e, inconsolável, pediu para Apolo, que o amava, para pranteá-lo para sempre. Apolo atendeu ao seu pedido transformando-o em cipreste, que tornou-se uma árvore símbolo do. Hermes e Apolo disputaram o amor de Quione, por sua grande beleza. Temeroso que Apolo a ganhasse, Hermes tocou seus lábios com o caduceu, fê-la dormir e a possuiu. Não obstante, Apolo, disfarçado de uma velha, penetrou no seu quarto e a amou também. De Hermes Quione concebeu Autólico, e de Apolo, Filamon, mas orgulhou-se demasiado disso, julgando-se mais bela que Ártemis. Então a deusa injuriada a matou. O pai de Quione, tomado pela dor, jogou-se de um penhasco, mas Apolo o transformou em uma águia feroz.
Corônis lhe deu como filho Asclépio, mas o traiu, e por isso morreu pela seta do deus ultrajado. Asclépio, tornando-se um mestre na arte de curar tão poderoso que podia ressuscitar os mortos, ameaçava com isso o poder soberano de Zeus, ultrajava Têmis e roubava súditos a Hades, pelo que foi morto pelo raio de Zeus. Para vingar-se, como não podia voltar-se contra seu pai, Apolo matou os Cíclopes, que haviam forjado os raios, e por isso foi castigado. Deveria ter sido desterrado para o Tártaro, mas graças à interferência de sua mãe o castigo foi comutado em um ano de trabalhos forçados como um mortal para o rei Admeto. Sendo bem tratado pelo rei durante sua expiação, Apolo ajudou-o a obter Alceste e a ter uma vida mais longa que a que o destino lhe reservara. Enquanto Apolo estava entre os mortais ensinou-lhes a música, a dança e todas as artes e ofícios que tornam a vida mais agradável; ensinou às pessoas também os jogos atléticos, a caça, a contemplação da natureza e a percepção de suas belezas próprias, e todo o dia parecia um dia de festa. Os deuses, vendo que a vida na Terra se tornava mais aprazível que a sua, chamaram de volta Apolo para o Olimpo. Também disputou o amor de Marpessa com Idas, e Zeus ordenou que ela escolhesse entre ambos. Temendo ser rejeitada quando ficasse velha e perdesse sua beleza, ela decidiu por Idas. Desejou a princesa troiana Cassandra, e deu-lhe como presente o dom da profecia. Mesmo assim ela repudiou o deus, e Apolo a puniu fazendo com que ninguém acreditasse nela, embora suas profecias se revelassem depois sempre verdadeiras. Destino semelhante teve a Sibila de Cumas, que exigiu o prolongamento de sua vida em tantos anos quantos os grãos de areia que tinha na mão. Concedido o favor, ela negou seu amor, e então Apolo não revogou-lhe o dom, mas fez com que sua beleza e juventude não fossem preservadas ao longo de sua vida de milênios, envelhecendo até se tornar uma criatura horrenda, seca e encarquilhada, escondida dentro de um vaso, cujo único desejo era morrer. Entretanto, Apolo foi feliz com Cirene, uma ninfa, tendo o filho Aristeu, que se tornou uma deidade da vegetação e agricultura.
Amou tão intensamente o formoso Jacinto que, segundo Ovídio, esqueceu de si mesmo, do arco e da lira, e passava todo o seu tempo longe de Delfos entretendo-se com o jovem. Mas Jacinto também era o predileto do vento Zéfiro, que invejoso da primazia de Apolo sobre o coração do jovem, num dia em que eles jogavam o disco, desviou o lance de Apolo, e o disco atingiu Jacinto, matando-o. Cheio de tristeza, Apolo impediu que ele fosse levado por Hades, e o transformou em uma flor que recebeu seu nome. Uma das lágrimas de Apolo tocou numa das pétalas, deixando uma marca. Jacinto mais tarde recebeu um culto próprio importante, especialmente cultivado em Esparta, e festivais dedicados a ele ainda sobrevivem nos dias de hoje. Com Creúsa gerou Íon, o fundador mítico do povo jônico. De Dríope gerou Anfiso; com Hécuba, esposa de Príamo, às vezes se diz que gerou Troilo, príncipe de Tróia. De Manto, uma vidente, teve Mopso, um profeta. Teve ainda romances com algumas Musas: com Tália foi o pai da geração dos Coribantes, monstros seguidores de Dionísio, e com Urânia gerou os músicos Lino e Orfeu.
Pitágoras o refere ou como um filho ou como uma verdadeira encarnação de Apolo e Ácia, mãe do Imperador Augusto, poderia ter sido engravidada pelo deus em forma de serpente, quando dormiu no seu templo.


 -Wikipedia

10,000 Maniacs...:

É uma banda estadunidense de rock alternativo, formada em 1981 e ativa com várias formações desde então. Seu integrante mais conhecido foi Natalie Merchant, que deixou o grupo em 1993 para seguir carreira solo.

Discografia:

  • Human Conflict Number Five (1982)
  • Secrets of the I Ching (1983)
  • The Wishing Chair (1985)
  • In My Tribe (1987)
  • Blind Man's Zoo (1989)
  • Hope Chest: The Fredonia Recordings 1982-1983 (1990)
  • Our Time in Eden (1992)
  • MTV Unplugged (1993)
  • Love Among the Ruins (1997)
  • The Earth Pressed Flat (1999)
  • Campfire Songs: The Popular, Obscure and Unknown Recordings (2004)
  • Live Twenty-Five (2006)
  • Extended Versions (2009)

http://www.maniacs.com

19 abril 2011

X-men: The First Class...:

A trama mistura o pano de fundo dos anos 1960 com a história do primeiro encontro de Charles Xavier (James McAvoy) com Erik Lehnsherr (Michael Fassbender), o futuro Magneto, e terá o Clube do Inferno, liderado por Sebastian Shaw (Kevin Bacon), entre os vilões. January Jones (Emma Frost), Lucas Till (Destrutor), Nicholas Hoult (Fera), Caleb Landry Jones (Banshee), Edi Gathegi (Darwin), Oliver Platt ("Homem de Preto"), Rose Byrne (Moira MacTaggert), Jason Flemyng (Azazel), Jennifer Lawrence (Mística), Morgan Lily (Mística criança), Zoe Kravitz (Angel), Álex González (Maré Selvagem) e Bill Milner (jovem Magneto) também estão no elenco.

O lançamento acontece em 3 de junho.

18 abril 2011

Capitão América...:

Steve Rogers (Chris Evans)era um frágil e franzino rapaz que horrorizado pela invasão Nazista sofrida pela Europa, resolveu se alistar no exército. Por conta de seu físico e por ser doente, ele foi recusado mas resolveu apelar para o General Chester Phillps (Tommy Lee Jones). Comovido com Steve, o Gereral lhe oferece uma oportunidade para participar de um experimento especial do exército, chamado de “Operação – Renascimento”. Após ser testado por várias semanas, ele recebeu uma dose do soro ‘Super-Soldado’ e foi atingido por raios Vita. Steve encerra o experimento com o físico perfeito e ainda continua humano. Submetido a um rigoroso treinamento físico e tático, três meses depois, Steve recebeu sua primeira missão como Capitão América e assim, seguiu lutando fielmente contra o mal, e agora é líder dos Vingadores.
  
Elenco
Chris Evans (Steve Rogers)
Hugo Weaving (Caveira Vermelha)
Hayley Atwell (Peggy Carter)
Sebastian Stan (Bucky Barnes)
Tommy Lee Jones (General Chester Phillips)
Samuel L. Jackson (Nick Fury)
Dominic Cooper (Howard Stark)
Neal McDonough (Dum Dum Dugan)
Stanley Tucci (Dr. Abraham Erskine)
Toby Jones (Arnim Zola).


17 abril 2011

Gypsy...:

Broke my heart on the road
Spent the weekend sewing the pieces back on
Crayons and dolls pass me by
Walking gets too boring when you learn how
to fly

Not the homecoming kind
Take the top off and who knows what you might find
Won't confess all my sins
You can bet all trying but you can't always win

'Cause I'm a gypsy are you coming with me?
I might steal your clothes and wear them if they fit
me
Never made agreements, just like a gypsy
And I won't back down cause life's already bit me
And I won't cry I'm too young to die if you're gonna
quit me
'Cause I'm gypsy

I can't hide what I've done
Scars remind me of just how far that I've come
To who it may concern
Only run with scissors when you want to get hurt

And I say
Hey you you're no fool. If you say no
Ain't it just the way life goes
People fear what they don't know
Come along for the ride
Come along for the ride

 Shakira


Marvel vs Capcom 3 - Fate of two Worlds...:

Depois de uma década de espera, os personagens icônicos da Marvel e Capcom juntam forças novamente nesse jogo de luta em time redesenhado para a nova geração de consoles. Vista a camisa dos personagens lendários das duas mais adoradas franquias enquanto batalha numa história em quadrinhos viva, nesse jogo de luta estilo versus feito, pela primeira vez, pelo Framework MT da Capcom. Prepare-se para o mais recente duelo de Marvel vs. Capcom 3 em seu PlayStation 3 ou Xbox 360.
Trazendo:
• Gráficos e modo de jogo inovadores, com os Universos da Marvel e Capcom ganhando vida: com a versão avançada do MT Framework, a engine usada em Resident Evil 5 e Lost Planet 2, chega agora Marvel vs. Capcom 3, com maravilhosos backgrounds e animações de personagens frontais.
• Sistema de Luta Vs. Melhorado: modo de jogo acima do esperado, completo, com combos aéreos registrados, hiper combos e outros sistemas originais. O sistema de luta melhorado traz o excitante jogo de ler mentes para um nível não conhecido antes!
• Luta em Time 3-contra-3: os jogadores podem construir seu time perfeito e usar o Assistente de Ataques, cada personagem tem seu movimento especial, criando um estilo de luta único.
• Estilo de Arte em Movimento: veja os mais adorados personagens dos Universos Capcom e Marvel com vida, no mais incrível estilo "quadrinho em movimento", mesclando as barreiras entre os gráficos 2D e 3D.


16 abril 2011

A máquina de xadrez...:

Sinopse: acompanhamos a trajetória do barão Kempelen em busca de um truque que encantasse a imperatriz, enquanto se dedicava a seu verdadeiro intento: a construção de uma máquina capaz de falar. O encontro com o anão Tibor Scardanelli, hábil na movimentação de reis, rainhas, bispos e torres, logo lhe forneceu meios para que seu robô jogador de xadrez desviasse toda a atenção de suas pesquisas.
Rapidamente, o invento se torna a sensação do império, desbancando as ilusões provocadas pelo magnetismo do francês Jean Pelletier. Mas quando uma bela aristocrata morre em circunstâncias misteriosas, a máquina de xadrez torna-se alvo da perseguição eclesiástica e das intrigas aristocráticas – e Tibor vê-se em apuros, com a vida em risco. Das prisões de Veneza à corte imperial de Viena, dos palácios da nobreza de Pressburg às vielas do bairro judeu, A máquina de xadrez é um delicioso romance de tirar o fôlego, com base na história verídica de um invento lendário. 


15 abril 2011

Chartreux...:

Reza a lenda, que os seus antepassados chegaram a França por mar, vindos provavelmente da antiga Síria e Irã e, trazidos pelos cavaleiros que regressavam das Cruzadas.
Diz a história que o Chartreux viveu e recebeu este nome dos monges Carthusian da França e talvez tenha compartilhado com eles o famoso licor de Chartreuse. Porém, uma recente pesquisa indica que por causa da aparência de lã da sua pelagem, ele recebeu o mesmo nome de uma lã espanhola muito conhecida no princípio do século XVIII.
A presença desta raça já era documentada desde o século XVI e era reconhecida pela sua textura e cor do pêlo sem igual. Contudo, o seu percurso até aos dias de hoje não foi fácil, uma vez que esteve quase em extinção, pois durante os séculos XVIII e XIX a sua pelagem e carne foram comercializados, pois o seu manto lanudo e fofo era muito apreciado.
Costumava ser criado por causa de seu incomparável pêlo aveludado, o que o fazia alcançar um preço elevado. No entanto, na década de 1920, a raça diminuiu numericamente, mas felizmente sobreviveu graças aos esforços de duas freiras atraídas pelos gatos cinzas-azulados que vagueavam pelos terrenos do hospital Belle-Ile-sur-Mer.
Cristine e Suzanne iniciaram, então, a reprodução selectiva da raça adoptando um casal de chartreux que vivia na ilha, Marquise e Coquito. Estes gatos formaram o núcleo do seu programa de criação e uma das gatinhas da primeira ninhada, Mignonne de Guerveur foi a primeira gata chartreux a obter o título de Campeã Internacional. Foi considerada "a gata mais estética da exposição do Cat Club de Paris" em 1931 e os seus descendentes foram Campeões ou Campeões Internacionais.
Em 1939 foi reconhecido o primeiro standard da raça de Chartreux e o famoso gato azul de França passou a ser mais conhecido e representado na Europa ocidental. No decorrer da 2ª Guerra Mundial, alguns criadores tentaram salvar a raça da extinção, acabando por fazer cruzamentos de gatos azuis com ou sem pedigree, e especialmente British Blue e Persas, para refinaram a tradicional raça francesa.
A Fife (Federação Internacional Felina) em 1970, agrupou o Chartreux e o British Blue no mesmo standard, e finalmente depois da contestação de pessoas com paixão pela raça Chartreux, que provaram as diferenças estruturais e morfológicas entre as duas raças. Jean Simonnet (presidente do Club du Chat des Chartreux), apurou a raça e publicou em 1972 um livro intitulado " Étude sur le chat des Chartreux", sendo que em 1977 o standard do gato Chartreux foi renovado pela Fife.


12 abril 2011

Atena...:

Também conhecida como Palas Atena (Παλλάς Αθηνά) é, na mitologia grega, a deusa da guerra, da civilização, da sabedoria, da estratégia, das artes, da justiça e da habilidade. Uma das principais divindades do panteão grego e um dos doze deuses olímpicos, Atena recebeu culto em toda a Grécia Antiga e em toda a sua área de influência, desde as colônias gregas da Ásia Menor até as da Península Ibérica e norte da África. Sua presença é atestada até nas proximidades da Índia. Por isso seu culto assumiu muitas formas, além de sua figura ter sido sincretizada com várias outras divindades das regiões em torno do Mediterrâneo, ampliando a variedade das formas de culto.
A versão mais corrente de seu mito a dá como filha partenogênica de Zeus, nascendo de sua cabeça plenamente armada. Jamais se casou ou tomou amantes, mantendo uma virgindade perpétua. Era imbatível na guerra, nem mesmo Ares lhe fazia páreo. Foi padroeira de várias cidades mas se tornou mais conhecida como a protetora de Atenas e de toda a Ática. Também protegeu vários heróis e outras figuras míticas, aparecendo em uma grande quantidade de episódios da mitologia.
Foi uma das deusas mais representadas na arte grega e sua simbologia exerceu profunda influência sobre o pensamento grego, em especial nos conceitos relativos à justiça, à sabedoria e à função civilizadora da cultura e das artes, cujos reflexos são perceptíveis até nos dias de hoje em todo o ocidente. Sua imagem sofreu várias transformações ao longo dos séculos, incorporando novos atributos, interagindo com novos contextos e influenciando outras figuras simbólicas; foi usada por vários regimes políticos para legitimação de seus princípios, penetrou inclusive na cultura popular, sua intrigante identidade de gênero tem sido de especial apelo para os escritores ligados ao feminismo e à psicologia e, por fim, algumas correntes religiosas contemporâneas voltaram a lhe prestar verdadeiro culto.


10 abril 2011

Thor...:

Devido sua arrogância, foi banido e obrigado a viver na Terra, em meio a simples mortais. Dessa forma aprendeu mais sobre como ser humano com seu sentimentos humanos. E com seus poderes se torna um grande herói.
Estréia de 29 de Abril.

Elenco:
Natalie Portman Natalie Portman ...
Chris Hemsworth Chris Hemsworth ...
Kat Dennings Kat Dennings ...
Ray Stevenson Ray Stevenson ...
Anthony Hopkins Anthony Hopkins ...
Idris Elba Idris Elba ...
Stellan Skarsgård Stellan Skarsgård ...
Clark Gregg Clark Gregg ...
Rene Russo Rene Russo ...
Jaimie Alexander Jaimie Alexander ...
Sif
Tom Hiddleston Tom Hiddleston ...
Colm Feore Colm Feore ...
Eric Allan Kramer Eric Allan Kramer
Tadanobu Asano Tadanobu Asano ...
Josh Dallas Josh Dallas ...

Site oficial: http://thor.marvel.com/intl/br/

Sweet Dreams...:

Sweet dreams are made of this
Who am I to disagree?
I travel the world
And the seven seas--
Everybody's looking for something.

Some of them want to use you
Some of them want to get used by you
Some of them want to abuse you
Some of them want to be abused.

Hold your head up
Keep your head up
MOVIN' ON

Hold your head up
Movin'on
Keep your head up
Movin'on




 Eurythmics

09 abril 2011

A Fábula do Porco Espinho...:

Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
Por isso decidiram se afastar uns dos outros e começaram de novo a morrer congelados. Então precisaram fazer uma escolha: ou desapareciam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram.


08 abril 2011

3° mito...:

Foi atribuido a invenção do jogo ao deus Ares que foi inspirado pela dríade Caissa. Trata-se de uma lenda contemporânea, tendo sido criada em 1763 por Sir William Jones, um famoso orientalista britânico, que publicou durante a juventude, quando ainda estudava na Universidade de Oxford, um longo poema intitulado Caíssa sobre uma encantadora ninfa dos carvalhos que habitava nos bosques da antiga Trácia. Caíssa e sua associação à criação do jogo de xadrez adquiriu enorme popularidade nos países anglófonos após as citações de Petter Pratt em seu livro Studies of Chess (Londres, 1803) e George Walker em Chess and Chessplayers (Londres, 1950). Posteriormente, na França, a musa foi citada por La Bourdonnais, Mery, Saint Aimant, dentros outros, em artigos escritos na La Palamède, a primeira revista do mundo dedicada ao xadrez. Desta forma, o jogo de xadrez também veio a ser conhecido poeticamente como a Arte de Caíssa.


05 abril 2011

Encantadora de Baleias...:

Sinopse: Numa pequena aldeia da costa da Nova Zelândia, uma tribo Maori acredita ser descendente de Paikea, o Domador de Baleias. De geração para geração, o título de Grande Chefe vai passando para cada herdeiro, numa tradição que dura há mais de mil anos. Porourangi, o filho mais velho do atual Grande Chefe, tem 2 filhos gêmeos, um rapaz e uma rapariga. O rapaz morre com a mãe à nascença, mas Pai, a rapariga, sobrevive. Abalado com a tragédia, Porourangi parte e deixa Pai entregue ao avô, Koro, o Grande Chefe. Este recusa reconhecer a neta como a sucessora da tradição, afirmando que ela não tem qualquer utilidade para ele. Passados 12 anos, Porourangi, agora um artista internacional, regressa a casa e deveria aceitar o seu destino e suceder a Koro, mas esta não é de todo a sua intenção. Koro, cego pelo preconceito, não se convence que Pai é a natural herdeira, acreditando que os azares da família começaram com o seu nascimento. Koro manda então chamar todos os rapazes de 12 anos para os treinar, e tentar encontrar um novo líder. Mas é entretanto, do fundo do oceano que vem a resposta. As baleias e Pai, preparam-se para encontrar o seu destino conjunto.
Um filme excepcional, com uma interpretação primorosa de uma criança ao ponto de ficar curioso e querer desvendar de onde realmente saem essas lágrimas tão vivas. 


Dodekatheon...:

Os Doze Deuses Olímpicos, na mitologia grega, eram os principais deuses do panteão grego, residentes no topo do Monte Olimpo.
Os deuses olímpicos moravam em um imenso palácio, em algumas versões de cristais, construído no topo do monte Olimpo, uma montanha que ultrapassaria o céu. Alimentavam-se de ambrósia e bebiam néctar, alimentos exclusivamente divinos, ao som da lira de Apolo, do canto das Musas e da dança das Cárites. Apesar de nunca haver se acabado por completo, e tendo permanecido oculto na maior parte da Grécia devido à perseguição político-religiosa que sofreu, o culto dos deuses olímpicos tem sido restaurado de forma mais explícita na Grécia desde os anos 90, através do movimento religioso conhecido como Dodecateísmo.
A primeira referência antiga a cerimónias religiosas em sua honra encontra-se no Hino homérico dedicado a Hermes. A composição clássica dos Doze Deuses Olímpicos (o Doze Canónico da arte e da poesia) inclui os seguintes deuses: Zeus, Hera, Posídon, Atena, Ares, Deméter, Apolo, Ártemis, Hefesto, Afrodite, Hermes e Dioniso. Os doze deuses romanos correspondentes eram Júpiter, Juno, Neptuno, Minerva, Marte, Ceres, Apolo, Diana, Vulcano, Vénus, Mercúrio e Baco. Hades não era geralmente incluído nesta lista. Não tinha assento no panteão porque passava a maior parte do seu tempo nos Infernos. Também costuma aparecer entre os doze Héstia. Quando foi dado lugar a Dioniso, o número total de Olímpicos passou a ser treze. Sendo tal número indesejável, e de modo a evitar conflitos, Héstia abdicou do seu lugar entre os doze.
A composição do grupo dos Doze Olímpicos, contudo, varia substancialmente entre os autores da antiguidade. Heinrich Wilhelm Stoll considera, mesmo, que a limitação ao número de doze é uma ideia relativamente moderna. Cerca de 400 a.C., Heródoto incluía na sua composição do Dodekatheon as seguintes divindades: Zeus, Hera, Posídon, Hermes, Atena, Apolo, Alfeu, Cronos, Reia e as Cárites. Wilamowitz concorda com a versão de Heródoto.
Platão relacionava os Doze ao número de meses do ano, e propôs que o último mês fosse dedicado aos rituais em honra de Plutão e dos espíritos dos mortos, o que implica que ele mesmo considerasse Hades como sendo um dos Doze.Hades não consta das versões posteriores deste grupo de deuses devido a associações ctónicas óbvias. Em Fedro Platão faz corresponderos Doze com o Zodíaco e exclui Héstia.
Hebe, Hélios e Perséfone são também incluídos, por vezes, no grupo. Eros também é por vezes referido ao lado dos Doze, especialmente com a sua mãe, Afrodite, mas raramente é considerado como um dos Olímpicos.
Os Doze Olímpicos obtiveram a sua supremacia no mundo dos deuses, depois de Zeus ter conduzido os seus irmãos, Hera, Posídon, Deméter e Héstia, à vitória na guerra com os Titãs. Ares, Hermes, Hefesto, Afrodite, Atena, Apolo, Ártemis, as Cárites, Hércules, Dioniso, Hebe e Perséfone eram, por sua vezes, filhos de Zeus.


03 abril 2011

The Goonies...:

The Goonies, é um filme de 1985, produzido por Steven Spielberg, escrito por Chris Columbus e Steven Spielberg, e dirigido por Richard Donner.
Na época, teve um extremo sucesso. Conta com a participação de Cyndi Lauper, cantando a música-tema do filme "The Goonies 'R' Good Enough".
Da imaginação de Steven Spielberg, "Os Goonies" mergulha numa faixa de pequenos heróis valentes e indignados, uma surpresa ao redor de cada canto! Seguindo um misterioso mapa do tesouro por incríveis passagens subterrâneas, traiçoeiras armadilhas e um antigo navio pirata cheio de dobrões de ouro, os garotos correm para ficar um passo a frente de uma família de caras maus... e um amável monstro que só uma mãe poderia amar. Uma clássica aventura familiar do início ao fim.
Um filme espetacular e divertido mesmo, para os adolescentes e pré-adoslecentes. Um filme que explora o universalismo da comunicação para os jovens, mas é uma pena não passar nos canais hoje em dia.


02 abril 2011

2° mito do xadrez...:

Diz uma outra lenda que a criação do xadrez deve-se ao grego Palamedes, que teria inventado o jogo de xadrez como um passatempo para distrair os príncipes e seus soldados durante o longo período que durou o cerco imposto pelos gregos a cidade-estado de Tróia. Os gregos foram os primeiros a documentar a existência do jogo. O poeta Homero descreve no primeiro livro da Odisséia uma partida de xadrez entre os pretendentes da rainha Penélope, às portas da casa do esposo Ulisses, em Ítaca. Já o dramaturgo Eurípedes, em sua tragédia Ifigênia em Áulis, apresenta dois personagens, Ajax e Protesilau, disputando uma partida de xadrez.

Seio de Minas...:

Eu nasci no celeiro da arte
No berço mineiro
Sou do campo, da serra
Onde impera o minério de ferro
Eu carrego comigo no sangue um dom verdadeiro
De cantar melodias de Minas
No Brasil inteiro

Sou das Minas de ouro
Das montanhas Gerais
Eu sou filha dos montes
E das estradas reais
Meu caminho primeiro
Vem brotar dessa fonte
Sou do seio de Minas
Nesse estado um diamante
 




   Paula Fernandes

01 abril 2011

1° de Abril...:

Há muitas explicações para o 1 de abril ter se transformado no dia das mentiras ou dia dos bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril.
Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.
No Brasil, o primeiro de abril começou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou A Mentira, um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. A Mentira saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.


26 março 2011

Yazoo...:

O Yazoo foi uma dupla britânica de synthpop, formada em Basildon, Essex. Eles tiveram algumas músicas no Top 10 britânico no início da década de 1980. Foi formada no final de 1981, pelo ex-integrante do Depeche Mode, o compositor Vince Clarke (sintetizador) e a cantora Alison Moyet (vocal), assinando pelo selo Mute Records, no Reino Unido.
O single de estréia "Only You" (o lado B tinha o hit "Situation"), foi lançado em 15 de março de 1982 e alcançou a posição n°. 2 nas paradas. Yazoo lançou apenas dois álbuns de estúdio: Upstairs at Eric's, em 1982, e You and Me Both, em 1983. Pouco depois, Moyet e Clarke decidiram romper com a dupla. Moyet seguiu uma carreira solo, enquanto Clarke fundou o The Assembly (com o produtor Eric Radcliffe) e, logo depois, o Erasure, outra dupla de synthpop (desta vez, com o cantor Andy Bell). O Yazoo se reuniu em 2008 para uma turnê na Europa e nos Estados Unidos com o lançamento de um box set com os maiores sucessos e duas músicas inéditas..
Apesar da curta duração, o Yazoo continuou a influenciar e inspirar muitas bandas de hoje, incluindo LCD Soundsystem, Shiny Toy Guns e Blaqk Audio, entre outros.




25 março 2011

1° mito da criação do Xadrez...:

Um jovem brâmane indiano chamado Lahur Sessa, numa província indiana chamada Taligana havia um poderoso rajá que havia perdido o filho em batalha. O rajá estava em constante depressão e passou a descuidar-se de si e do reino.
Certo dia o rajá foi visitado por Sessa, que apresentou ao rajá um tabuleiro com 64 casas brancas e negras com diversas peças que representava a infantaria, a cavalaria, os carros de combate, os condutores de elefantes, o principal vizir e o próprio rajá. Sessa explicou que a prática do jogo daria conforto espiritual ao rajá, que finalmente encontraria a cura para a sua depressão, o que realmente ocorreu.
O rajá, agradecido, insistiu para que Sessa aceitasse uma recompensa por sua invenção e o brâmane pediu simplesmente um grão de trigo para a primeira casa do tabuleiro, dois para a segunda, quatro para a terceira, oito para a quarta e assim sucessivamente até a última casa. Espantado com a modéstia do pedido, o rajá ordenou que fosse pago imediatamente a quantia em grãos que fora pedida.
Depois que foram feitos os cálculos, os sábios do rajá ficaram atônitos com o resultado que a quantidade grãos havia atingido, pois, segundo eles, toda a safra do reino durante 2.000 anos não seriam suficientes para cobri-la. Impressionado com a inteligência do brâmane, o rajá o convidou para ser o principal vizir do reino, sendo perdoado por Sessa de sua grande dívida em trigo.

Muito embora diversas civilizações antigas tenham sido apontadas como o berço do xadrez, tais como o Antigo Egito e a China dinástica, na atualidade a maioria dos pesquisadores concorda que o jogo tenha se originado na Índia por volta do Século VI d.C., na forma de uma antiga forma de xadrez com regras diferentes das atuais e denominado Chaturanga em sânscrito.

As peças no jogo antecessor ao xadrez eram muito limitadas em seus movimentos: o elefante (o antecessor do moderno bispo) somente podia mover-se em saltos por duas casas nas diagonais, o vizir (o antecessor da dama) somente uma casa nas diagonais, os peões não podiam andar duas casas em seu primeiro movimento e não existia ainda o roque. Os peões somente podiam ser promovidos a vizir que era a peça mais fraca, depois do peão, em razão da sua limitada mobilidade.

20 março 2011

A Lenda do Geólogo...:

Reza a lenda que Deus tinha acabado de criar nosso mundo, com tudo
que aqui há (aliás, quase tudo, como se verá). Já tinha tirado o merecido
descanso dominical, curtindo o solzinho (uma de suas criações mais difíceis, segundo Ele)
de Jeriquaquara, Porto Seguro e Búzios. E até já fazia planos para novos mundos, quando, ao
lançar um derradeiro olhar sobre Sua obra, deparou-Se com curiosa cena. E pôs-Se a assuntar.

Neguinho ia passando numa estrada, meio lá meio cá, depois de umas manguaças, quando

lasca o dedão numa pedra e se esborracha no chão, feito côco seco. Tinha uma pedra no caminho.
Era uma pedrona, de uns dez quilos, incolor, transparente, brilhante... Neguinho se levantou, o dedão
latejando parecendo uma ameixa roxa, a unhona pendurada, pegou a pedra na mão e desabafou:

- Quem foi o filadaputa que deixou esse puta cristal de quartzo no meio do caminho?

Nisso, passa um médico, que logo se apressa em tratar a ameixa, digo, o dedão da vítima, extirpando

os restos de unha e fazendo o devido curativo. Na hora de receber, o médico, que já tinha
visto pedra semelhante alhures, dá uma de joão-sem-braço:

- O que é isso companheiro? Fui médico particular do Homem durante os seis dias da Criação!

Acaso passou por sua cabeça que eu iria me aproveitar de sua fragilidade, aqui nessa
estrada, para enfiar-lhe a faca? O juramento de Hipócrates para mim, é sagrado!
Minha assistência não lhe custa nada e até far-lhe-ia, de bom grado, o favor de levar, como
lembrança, essa que foi a cruel causadora de suas dores. Vou levar essa pedrona para mim.

Neguinho, ainda atordoado, já ia entregando a pedra, quando um economista passante intervém:

- Momentinho senhores! Sem querer, assisti ao que aqui se passou e gostaria de conhecer

melhor essa malfadada pedra. Não sei se vocês sabem, mas fui eu que fiz o plano de
viabilidade econômica do mundo, a pedido do Homem.

Após examinar a pedra contra o sol, girando-a por cerca de cinco minutos, faz surpreendente oferta:

- Sou professor de economia mineral (Deus já tinha criado a economia mineral) e

gostaria de levar esse espécime de topázio, sem valor econômico, apenas para compor
o acervo de amostras da minha instituição. Para não dizerem que levei de graça, dou-lhes
cem reais, cinquentinha para cada um, e estamos conversados!

Neguinho já ia passando a mão nos cinquenta, quando, surgido não se sabe de onde, um

administrador interrompe o tripartite colóquio:

- Mas o que temos aqui? Três adultos numa negociação de boca, sem nada escrito, sem

ao menos um contrato! Onde está o profissionalismo? Na qualidade de assessor
administrativo do Homem, fui eu que planejei a Criação, em seus mínimos detalhes.
Vamos fazer um plano de negócios pra botar uma ordem nessa zorra!

Tomou a pedra do economista, tentou riscar-lhe com uma lâmina de canivete, mas

a lâmina é que saiu toda arranhada, perdendo o fio. Sem pestanejar propôs:

- Esta pedra serve direitinho para segurar a porta lá de casa, que bate muito com o vento.

O plano de negócios é o seguinte: eu fico com ela por duzentos reais, em quatro
prestações mensais e iguais. Para sacramentar a transação, aqui está um contrato
prontinho pra assinarmos sem mais perda de tempo.

Como naquela estrada passava de tudo, eis que chega um engenheiro, exatamente

a tempo de impedir a insólita negociação. Dizendo-se responsável técnico pela Criação, pede
para que todos se afastem e inicia um meticuloso exame na sanguinária pedra. Anota todas
as dimensões, inclusive os ângulos das faces e arestas, expõe ao sol, olha com uma minúscula
lupa (uma das últimas criações de Deus, antes de Adão e Eva), risca, cheira, lambe, ausculta, e
o escambau. Depois, com a solenidade das grandes sentenças, anuncia:

- Tecnicamente falando, trata-se de um megacristal de coríndon incolor, mineralzinho chulo, que

não serve pra nada, mas dá uma boa pedra de amolar. Gostaria de tê-la, para amolar minhas
ferramentas. Sendo assim, pra acabar com o leilão que aqui se instalou, a pedra é minha por mil reais.

- UUHHHHHH! Fez a platéia em volta. Sim, porque, àquela altura já havia uma pequena multidão

em volta do grupo e da polêmica pedra.

- Mil reais??? Por mim, negócio fechado, fez o bebum, doido pra pegar a grana e voltar pra sua taberna.

- Eu cheguei aqui primeiro e tratei a ameixa, isto é, o dedão do pé desse bebão.

Tenho preferência, portanto. Fico com a pedra por dois mil reais! E ponto final!

- UUHHHHH! A platéia delirava.

- Bom, como prova do meu amor pelas ciências e pela educação, levo a pedra por

quatro mil reais e não se fala mais nisso!

- Vende! Vende! Vende! A platéia berrava.

- Sem organização não chegaremos a lugar nenhum! E meu plano de negócios?

Pois vou alterar a cláusula de valor e estipular em dez mil reais o preço da pedra. Fim de papo.

Três mocinhas da primeira fila da platéia desmaiaram. Uma mulher grávida pariu

uma garotona, imediatamente batizada de Pedrita. Neguinho se animou:

- Quem dá mais? Quem dá mais?

Quando o engenheiro levantou o braço pra fazer sua contraoferta, um personagem novo

entra na história. Nada mais, nada menos que um advogado. Ou, conforme se apresentou
ao surpreso grupo, assistente jurídico do Homem, durante a Criação.

- Se não fosse eu, o Homem tava ferrado. Mais de mil ações por danos morais, já pensou?!

Ganhei todas!

Diante da barulheira infernal, o advogado começou a berrar:

- Data vênia minha gente! Datíssima vênia! Quo vadis?

Sem mais recursos, pegou duas varas, exibiu-as no ar formando uma cruz e soltou os pulmões:

- Vade retro satanás! Vade retro cão das sete portas!

Um silêncio sepulcral se formou, quebrado apenas pelas risadas da moça que recebeu

uma pomba-gira, na última fila da platéia.

O assistente do Homem, então, tirou de sua mochila (criada especialmente para ele, pelo Homem)

o código penal, o código civil, a CLT, o código nacional de trânsito, a Constituição Federal
e o escambau de asa.

- Onde estamos minha gente? Data vênia, temos aqui quatro aproveitadores querendo

explorar a infelicidade desse pobre bebum, que teve a sorte e o azar de arrebentar a cabeça
do dedão do pé nessa pedra. Azar, porque perdeu uma unha, e uma unha, por mais
unha que seja, é também obra da criação e merece todo nosso respeito.

O bebum, que era mineiro, encheu-se de brios:

- Uai sô! Intão vam fazê um minutin de silenz pur minh'unhona, uai!

E assim foi feito.

- Mas foi sorte também, retomou o advogado, porque era uma baita de uma unha

encravada, provavelmente um pequeno descuido da equipe técnica auxiliar do Homem.
Mas, nada disso justifica o que aqui se passa, porque uma coisa é uma coisa, outra coisa
é outra coisa. O fato objetivo é que temos aqui um crime cristalinamente cometido. Temos
sangue e temos vítima. E, nesse ponto, a lei é implacável, dela não escapando nem o reino
britânico, muito menos o reino mineral. Dura lex, sed lex. Portanto, sem mais delongas, a
pedra está presa, em nome da lei, para averiguações, exames de corpo de delito, antecedentes
criminais, etc e tal. Até a completa e cabal elucidação dos fatos. Duela a quien duela, no más!

Na platéia, a pomba-gira tinha agora a companhia de um preto-velho, que desceu doido

por um marafo. O advogado prosseguiu:

- Quanto a esses salafrários aproveitadores, serão todos enquadrados na forma da

lei, salvo melhor juízo. E saiu enquadrando todo mundo, a torto e a direito:

- Você está enquadrado no código do consumidor. Você na CLT. Você na lei das

contravenções e você na 8.666...

Ao ouvir seu enquadramento, o engenheiro, inconformado, partiu para cima do

causídico do Senhor, para tirar satisfações. Ao fazê-lo, contudo, deu um pisão na
ameixa, digo no dedão do pé do bebum. Este, injuriado e não entendendo mais
porra nenhuma, deu um contravapor na orelha do engenheiro, que foi se esbarrar
com o médico, caindo ambos. Puto da vida, botou a pedra debaixo do braço e
encostou-se numa árvore, em posição de defesa:

- Na minha pedra ninguém toca! Na minha pedra ninguém toca!

Sacudindo a poeira e dando a volta por cima, o médico sacou um bisturi

de 15 cm, afiadíssimo, e ameaçou dissecar o engenheiro ali mesmo. O administrador, no meio
da confusão, levou um sopapo do economista. Pra se vingar, pegou um chucho de
madeira e mirou bem no coração do advogado, salvo pela capa dura da nova edição da CLT.
A essa altura, o engenheiro se esgrimia com o economista, numa roda formada pela platéia.
Este, com sua régua de cálculo, aquele com sua régua T. A platéia entrou em delírio, quando
o tranca-rua, recém-baixado, deu um direto no queixo do preto-velho, derrubando-o em cima
da pomba-gira, que, mesmo assim, continuava dando risadas. Enfim, uma zorra concentrada a quente.

Deus, que a tudo assistia (lembram-se do primeiro parágrafo?), vendo aquela zorra

no Seu mundo, que deveria ser perfeito, suspirou:

- Meu De... Ops! Meu Filho, onde foi que eu errei?

E pensou, pensou, pensou... Já estava quase desistindo, quando Lhe veio um estalo:

- Caraca! Onde estava com a cabeça? Esqueci de criar o geólogo!

Imediatamente completou sua obra. Levou um susto quando viu o resultado, pois, na pressa, fez

um ser mal-ajambrado pra caramba. Depois conserto, pensou. E, pondo a destra na cabeça
da criatura, ordenou, amorosamente:

- Vai lá, meu filho, e acabe com aquela bagunça.

O geólogo, ainda meio zonzo da criação assim tão espontânea, já ia saindo, após

receber uma capanga, também recém-criada, com todos os apetrechos de tabalho
dentro, inclusive uma garrafinha e uns sanduíches velhos, com ovo estragado, provavelmente
sobras de outro mundo, quando ouviu a última recomendação:

- Mas, aja rápido, que ainda tenho um mundo pra começar a criar amanhã cedinho, viu filho?

E assim, o geólogo adentra a lamentável cena. No caminho, tinha mamado metade da
garrafinha enquanto traçava os sanduíches de ovo estragado. Afinal, não tinha comido
nada ainda, desde que fora criado. Subiu num barranco, bateu palmas para chamar a
atenção, ninguém ligou. O pau comia solto.
- Atenção minha gente! Por favor!
Começou a ficar puto! Tirou da capanga a garrafinha e levou-a, avidamente, aos lábios.
- Atenção cambada de filadaputa!
O ovo estragado começou a fazer efeito. O geólogo suava aos cântaros. Sorveu mais uns três goles dolíquido quente, o que deve ter aumentado a fermentação estomacal. O calor era insuportável. A barriga do geólogoparecia uma bomba atômica. Até que o pino não aguentou e explodiu:
- PUUUMMMM!!!!
Foi o maior pum que jamais se ouviu sobre a face da Terra. O pipoco ecoou nas serranias e provocou uma reverberação estrondosa, que quase arrebenta os tímpanos dos brigões. O cheiro de enxofre inundou o ambiente, forçando os contendores a protegerem o nariz. Aos poucos, a balbúrdia se aquietou. Depois de três explosões secundárias, o silêncio era de cemitério. Nesse momento, todos se voltaram para aquela coisa estranha, aboletada sobre o barranco da estrada:
    • Uma figura imunda, coberta de poeira;
    • Colete sujo esquisito, cheio de bolsos;
    • Uns troços pendurados no pescoço;
    • Boné esculhambado, aba pra trás;
    • Óculos raiban escuros;
    • Barba imensa de troglodita;
    • Capanga bolorenta a tiracolo;
    • Cinturão de couro, com um monte de coisas penduradas, destacando-se um martelo, calibre 38, cabo longo;
    • Calça jeans surrada que nunca viu água;
    • Perneiras sobre as calças e botina de couro.
Depois de mais uma dose da divinal garrafa, o geólogo, por fim falou:
- Olha aqui cambada, o Homem me mandou aqui pra acabar com essa baderna.
Assim dizendo, sacou o martelo, para utilizá-lo como banquinho, pois pretendia sentar-se pra fazer seu discurso. Achando que ia começar um tiroteio, a platéia se mandou. Em uma fração de segundo pomba-gira, preto-velho e tranca-rua desincorporaram e escafederam. Ficaram somente o bebum e os interessados na pedra.
O geólogo tratou, então, de terminar logo sua tarefa.
- Vou resumir o que temos aqui. Neguinho tropeçou num baita diamante, e agora sofre o assédio imoral de cinco espertalhões, cada um se fingindo de morto pra levar a pedra para si, por um preço irrisório.
Neguinho quase tem um ataque cardíaco, apertando a pedra contra o peito com as duas mãos:
- A pedra é minha, ninguém tasca, eu vi primeiro!
O geólogo continuou:
- Bom, o fato é que alguém vai ter de ficar com o diamante... Mas, quem?
- Todos levantaram o braço, a um só tempo:
- Eu!!
- Então, vamos resolver isso rapidinho. Com a autoridade que me foi dada pelo Homem, farei uma, e uma só, pergunta a cada um dos interessados. Não haverá segunda chance. Aquele que acertar sua resposta, de primeira, será o feliz proprietário do diamante. Ok?
-Ok, todos responderam, menos Neguinho, claro.
- Comecemos então, disse o geólogo, não sem antes dar mais uma golada na inseparável garrafinha.
Dirigindo-se ao médico, perguntou de sopetão:
- Então homem dos medicamentos, diga-nos: qual o antitérmico específico para baixar a febre do ouro?
Desconcertado, o médico foi se desculpando:
- Seria a mesma coisa da febre amarela?!
O geólogo o encarou por uns bons 15 segundos. O médico, entendendo o recado, pega sua maleta e se manda.
Chamando o economista, o geólogo dispara:
- Vamos lá, homem dos custos: considerando o valor da matéria-prima, o que sai mais em conta para um programa de moradia popular: casa com telhado de vidro na praia, ou barracão de zinco sem telhado e sem pintura lá no morro?
- Bom... É... Seria para o "Minha Casa, Minha Vida"?
Sem nenhum comentário do geólogo, após 15 segundos de profundo silêncio, o economista pega sua régua de cálculo e cai na estrada.
Vendo que seria o próximo, o administrador já ia saindo de fininho, mas o geólogo interpela-o:
- Calma homem dos planos! O senhor que conhece de cabo a rabo os planos de negócios, me diga: qual é a estrutura de um plano de falha?
- Plano de falha?? Não seria um plano de falência?
O administrador nem esperou resposta. Baixou os olhos, pegou sua pastinha e deu no pé.
Para comemorar o bom andamento de sua missão, até ali, o geólogo deu uma beiçada na garrafinha e dirigiu-se, candidamente, ao engenheiro:
- Mas diga-nos, homem do tijolo e do cimento, o que acha do uso das placas tectônicas em lugar das placas de concreto?
- É... Por um acaso, o senhor quer dizer placa arquitetônica??
Silêncio constrangedor.
- Bom, é melhor eu ir andando. Tenho uma obra pra fiscalizar ainda hoje.
Assim dizendo, sumiu pela estrada, a régua T debaixo do braço.
Naquele momento, o advogado acabava de recolher seus códigos legais espalhados durante a refrega.
- Muito bem, disse o geólogo, pelo que vejo, o senhor conhece todas as leis de todos os códigos da terrinha.
- Isso mesmo, de trás pra frente, de cor e salteado.
- Pois então, homem das leis, quantos artigos existem na lei da sucessão estratigráfica?
- Data vênia, não seria lei da sucessão hereditária?!
Ante o olhar implacável do inquisidor, o advogado terminou de recolher seus códigos para ir embora, mas ainda pode ouvir:
- Aprenda de uma vez, homem das leis: há mais leis entre o céu e a terra do que...
O resto ele não ouviu porque já estava muito longe, estrada a fora.
Ufa! Missão cumprida, pensou o geólogo. Paz restabelecida, platéia dispersa, aproveitadores escorraçados... Só o pobre do bebum, que não tinha entendido porra nenhuma, continuava com sua pedra debaixo do braço:
- A pedra é minha e ninguém tasca!
Por duas vezes ameaçou atirá-la na cabeça do geólogo.
Nesse momento, Deus resolveu dar o toque final na história e apareceu, em pessoa. Usando de Seus poderes magnéticos, retirou a pedra do bebum e deu-a ao geólogo.
Inconsolável, Neguinho resistia a seguir viagem, mas Deus, a sinistra em sua cabeça, aconselhou-lhe:
- Vai meu filho, que tua ameixa, isto é, teu dedão já está curado. Vá para sua amada Minas e, lá chegando, torne-se um poeta e quando se lembrar dessa pedra do caminho, faça uma bela poesia. Ah! Leve esse barrilzinho contigo e, chegando lá, distribua o conteúdo com teus conterrâneos. Eles vão gostar pra caramba. Tem um papelzinho dentro, com a receita. Vai com De... Ops! Vai Comigo!
E assim foi. Neguinho montou um alambique, mas até hoje nunca esquece que havia uma pedra no caminho.
Ao geólogo finalmente, Deus disse:
- Meu filho, estou com muita pressa, vim apenas me despedir e agradecer, porque contigo, completei minha Criação. A Terra sem geólogo é como acarajé sem vatapá.
Tomando aquele imenso diamante de 10 quilos nas mãos, jogou-o para cima, e a pedra se esfalerou em bilhões de minúsculos fragmentos, levados pelos ventos e espalhados nos quatros cantos do mundo.
- Vai meu filho, estuda a Terra, mapeia as pedras, os rios, os vales, as montanhas e suas entranhas. Mostra aos homens que tudo de que eles precisam pra sobreviver, Eu provi aqui mesmo. Certo que alguns bens metálicos Eu escondi nuns lugares esquisitos por aí, nem Me lembro mais onde, mas tu hás de descobrir, com tua perspicácia. E sendo a Terra o celeiro das minhas criaturas diletas, é preciso respeitá-la, entendê-la e, sobretudo amá-la. Ensina tudo isso aos homens, em Meu nome. Vai que é tua, Brucutu!
- Como recompensa pelo teu competente trabalho, jamais correrás o risco de perder a unha num diamantão desse quilate. Aos garimpeiros caberá a tarefa de reunir os pedacinhos que aqui hoje dispersei. Mas, para isso, terão que ralar muito. E essa garrafinha te acompanhará para sempre. Será o bálsamo para a vida sofrida que terás. Mas beba com moderação, viu, meu filho?
Assim dizendo, pegou uma nuvem fria e se perdeu, céu a fora.
E é por isso que as coisas são como são.


18 março 2011

Breaking all the rules...:

If you want it slowly don't knock on my door
'Cause I want it all and a little bit more
If you want to go everywhere just let me know when
'Cause I want to be there again and again


Now I know the time is right and I can't wait another night
Love will never turn back around
Breaking all the rules when we get together
Anything at all are you ready to do
Breaking all the rules we can run away just me and you

Now that we're going, let's go all the way
Nobody can stop us I don't care what they say
I'll take you places that you've never known
Don't look behind you are you ready to go
Now I know the time is right and I can't wait another night
Love will never turn back around

I put my mind on the go because this feeling I know
Is never gonna'go away
And everybody around me has nothing to say
I'm just a runaway




14 fevereiro 2011

O Retrato de Dorian Gray...:

É um romance publicado por Oscar Wilde, considerado um dos grandes escritores irlandeses do século XIX. Foi publicado inicialmente como a história principal da Lippincott's Monthly Magazine em 20 de junho de 1890. Wilde depois reviu, alterou e ampliou essa edição, que foi publicada como a versão mais tarde por Ward, Lock e Company em abril de 1891.
Esta obra tornou-se um símbolo da juventude intelectual "decadente" da época e de suas críticas à cultura vitoriana, além de ter despertado grande polêmica em relação ao seu conteúdo homoerótico. O próprio Oscar Wilde foi apontado como o pai do decadentismo na Inglaterra, coisa que ele sempre negou. Aquando do julgamento de Wilde algumas partes deste livro foram usadas contra si.
Hoje, o livro tem sido descrito como "um dos clássicos modernos da Literatura Ocidental". A BBC classificou a obra como 118 na sua lista de "Big Read", uma lista com os 200 romances mais populares. Afinal, o livro é mais importante que a polêmica que gerou, como Oscar Wilde escreveu em seu prefácio: "Não existe livro moral ou amoral. Os livros são bem ou mal escritos. Eis tudo." Algumas bandas dos anos 80 como Smiths se influenciaram em Oscar Wilde.


Pouco mais que as outras...: