20 março 2011

A Lenda do Geólogo...:

Reza a lenda que Deus tinha acabado de criar nosso mundo, com tudo
que aqui há (aliás, quase tudo, como se verá). Já tinha tirado o merecido
descanso dominical, curtindo o solzinho (uma de suas criações mais difíceis, segundo Ele)
de Jeriquaquara, Porto Seguro e Búzios. E até já fazia planos para novos mundos, quando, ao
lançar um derradeiro olhar sobre Sua obra, deparou-Se com curiosa cena. E pôs-Se a assuntar.

Neguinho ia passando numa estrada, meio lá meio cá, depois de umas manguaças, quando

lasca o dedão numa pedra e se esborracha no chão, feito côco seco. Tinha uma pedra no caminho.
Era uma pedrona, de uns dez quilos, incolor, transparente, brilhante... Neguinho se levantou, o dedão
latejando parecendo uma ameixa roxa, a unhona pendurada, pegou a pedra na mão e desabafou:

- Quem foi o filadaputa que deixou esse puta cristal de quartzo no meio do caminho?

Nisso, passa um médico, que logo se apressa em tratar a ameixa, digo, o dedão da vítima, extirpando

os restos de unha e fazendo o devido curativo. Na hora de receber, o médico, que já tinha
visto pedra semelhante alhures, dá uma de joão-sem-braço:

- O que é isso companheiro? Fui médico particular do Homem durante os seis dias da Criação!

Acaso passou por sua cabeça que eu iria me aproveitar de sua fragilidade, aqui nessa
estrada, para enfiar-lhe a faca? O juramento de Hipócrates para mim, é sagrado!
Minha assistência não lhe custa nada e até far-lhe-ia, de bom grado, o favor de levar, como
lembrança, essa que foi a cruel causadora de suas dores. Vou levar essa pedrona para mim.

Neguinho, ainda atordoado, já ia entregando a pedra, quando um economista passante intervém:

- Momentinho senhores! Sem querer, assisti ao que aqui se passou e gostaria de conhecer

melhor essa malfadada pedra. Não sei se vocês sabem, mas fui eu que fiz o plano de
viabilidade econômica do mundo, a pedido do Homem.

Após examinar a pedra contra o sol, girando-a por cerca de cinco minutos, faz surpreendente oferta:

- Sou professor de economia mineral (Deus já tinha criado a economia mineral) e

gostaria de levar esse espécime de topázio, sem valor econômico, apenas para compor
o acervo de amostras da minha instituição. Para não dizerem que levei de graça, dou-lhes
cem reais, cinquentinha para cada um, e estamos conversados!

Neguinho já ia passando a mão nos cinquenta, quando, surgido não se sabe de onde, um

administrador interrompe o tripartite colóquio:

- Mas o que temos aqui? Três adultos numa negociação de boca, sem nada escrito, sem

ao menos um contrato! Onde está o profissionalismo? Na qualidade de assessor
administrativo do Homem, fui eu que planejei a Criação, em seus mínimos detalhes.
Vamos fazer um plano de negócios pra botar uma ordem nessa zorra!

Tomou a pedra do economista, tentou riscar-lhe com uma lâmina de canivete, mas

a lâmina é que saiu toda arranhada, perdendo o fio. Sem pestanejar propôs:

- Esta pedra serve direitinho para segurar a porta lá de casa, que bate muito com o vento.

O plano de negócios é o seguinte: eu fico com ela por duzentos reais, em quatro
prestações mensais e iguais. Para sacramentar a transação, aqui está um contrato
prontinho pra assinarmos sem mais perda de tempo.

Como naquela estrada passava de tudo, eis que chega um engenheiro, exatamente

a tempo de impedir a insólita negociação. Dizendo-se responsável técnico pela Criação, pede
para que todos se afastem e inicia um meticuloso exame na sanguinária pedra. Anota todas
as dimensões, inclusive os ângulos das faces e arestas, expõe ao sol, olha com uma minúscula
lupa (uma das últimas criações de Deus, antes de Adão e Eva), risca, cheira, lambe, ausculta, e
o escambau. Depois, com a solenidade das grandes sentenças, anuncia:

- Tecnicamente falando, trata-se de um megacristal de coríndon incolor, mineralzinho chulo, que

não serve pra nada, mas dá uma boa pedra de amolar. Gostaria de tê-la, para amolar minhas
ferramentas. Sendo assim, pra acabar com o leilão que aqui se instalou, a pedra é minha por mil reais.

- UUHHHHHH! Fez a platéia em volta. Sim, porque, àquela altura já havia uma pequena multidão

em volta do grupo e da polêmica pedra.

- Mil reais??? Por mim, negócio fechado, fez o bebum, doido pra pegar a grana e voltar pra sua taberna.

- Eu cheguei aqui primeiro e tratei a ameixa, isto é, o dedão do pé desse bebão.

Tenho preferência, portanto. Fico com a pedra por dois mil reais! E ponto final!

- UUHHHHH! A platéia delirava.

- Bom, como prova do meu amor pelas ciências e pela educação, levo a pedra por

quatro mil reais e não se fala mais nisso!

- Vende! Vende! Vende! A platéia berrava.

- Sem organização não chegaremos a lugar nenhum! E meu plano de negócios?

Pois vou alterar a cláusula de valor e estipular em dez mil reais o preço da pedra. Fim de papo.

Três mocinhas da primeira fila da platéia desmaiaram. Uma mulher grávida pariu

uma garotona, imediatamente batizada de Pedrita. Neguinho se animou:

- Quem dá mais? Quem dá mais?

Quando o engenheiro levantou o braço pra fazer sua contraoferta, um personagem novo

entra na história. Nada mais, nada menos que um advogado. Ou, conforme se apresentou
ao surpreso grupo, assistente jurídico do Homem, durante a Criação.

- Se não fosse eu, o Homem tava ferrado. Mais de mil ações por danos morais, já pensou?!

Ganhei todas!

Diante da barulheira infernal, o advogado começou a berrar:

- Data vênia minha gente! Datíssima vênia! Quo vadis?

Sem mais recursos, pegou duas varas, exibiu-as no ar formando uma cruz e soltou os pulmões:

- Vade retro satanás! Vade retro cão das sete portas!

Um silêncio sepulcral se formou, quebrado apenas pelas risadas da moça que recebeu

uma pomba-gira, na última fila da platéia.

O assistente do Homem, então, tirou de sua mochila (criada especialmente para ele, pelo Homem)

o código penal, o código civil, a CLT, o código nacional de trânsito, a Constituição Federal
e o escambau de asa.

- Onde estamos minha gente? Data vênia, temos aqui quatro aproveitadores querendo

explorar a infelicidade desse pobre bebum, que teve a sorte e o azar de arrebentar a cabeça
do dedão do pé nessa pedra. Azar, porque perdeu uma unha, e uma unha, por mais
unha que seja, é também obra da criação e merece todo nosso respeito.

O bebum, que era mineiro, encheu-se de brios:

- Uai sô! Intão vam fazê um minutin de silenz pur minh'unhona, uai!

E assim foi feito.

- Mas foi sorte também, retomou o advogado, porque era uma baita de uma unha

encravada, provavelmente um pequeno descuido da equipe técnica auxiliar do Homem.
Mas, nada disso justifica o que aqui se passa, porque uma coisa é uma coisa, outra coisa
é outra coisa. O fato objetivo é que temos aqui um crime cristalinamente cometido. Temos
sangue e temos vítima. E, nesse ponto, a lei é implacável, dela não escapando nem o reino
britânico, muito menos o reino mineral. Dura lex, sed lex. Portanto, sem mais delongas, a
pedra está presa, em nome da lei, para averiguações, exames de corpo de delito, antecedentes
criminais, etc e tal. Até a completa e cabal elucidação dos fatos. Duela a quien duela, no más!

Na platéia, a pomba-gira tinha agora a companhia de um preto-velho, que desceu doido

por um marafo. O advogado prosseguiu:

- Quanto a esses salafrários aproveitadores, serão todos enquadrados na forma da

lei, salvo melhor juízo. E saiu enquadrando todo mundo, a torto e a direito:

- Você está enquadrado no código do consumidor. Você na CLT. Você na lei das

contravenções e você na 8.666...

Ao ouvir seu enquadramento, o engenheiro, inconformado, partiu para cima do

causídico do Senhor, para tirar satisfações. Ao fazê-lo, contudo, deu um pisão na
ameixa, digo no dedão do pé do bebum. Este, injuriado e não entendendo mais
porra nenhuma, deu um contravapor na orelha do engenheiro, que foi se esbarrar
com o médico, caindo ambos. Puto da vida, botou a pedra debaixo do braço e
encostou-se numa árvore, em posição de defesa:

- Na minha pedra ninguém toca! Na minha pedra ninguém toca!

Sacudindo a poeira e dando a volta por cima, o médico sacou um bisturi

de 15 cm, afiadíssimo, e ameaçou dissecar o engenheiro ali mesmo. O administrador, no meio
da confusão, levou um sopapo do economista. Pra se vingar, pegou um chucho de
madeira e mirou bem no coração do advogado, salvo pela capa dura da nova edição da CLT.
A essa altura, o engenheiro se esgrimia com o economista, numa roda formada pela platéia.
Este, com sua régua de cálculo, aquele com sua régua T. A platéia entrou em delírio, quando
o tranca-rua, recém-baixado, deu um direto no queixo do preto-velho, derrubando-o em cima
da pomba-gira, que, mesmo assim, continuava dando risadas. Enfim, uma zorra concentrada a quente.

Deus, que a tudo assistia (lembram-se do primeiro parágrafo?), vendo aquela zorra

no Seu mundo, que deveria ser perfeito, suspirou:

- Meu De... Ops! Meu Filho, onde foi que eu errei?

E pensou, pensou, pensou... Já estava quase desistindo, quando Lhe veio um estalo:

- Caraca! Onde estava com a cabeça? Esqueci de criar o geólogo!

Imediatamente completou sua obra. Levou um susto quando viu o resultado, pois, na pressa, fez

um ser mal-ajambrado pra caramba. Depois conserto, pensou. E, pondo a destra na cabeça
da criatura, ordenou, amorosamente:

- Vai lá, meu filho, e acabe com aquela bagunça.

O geólogo, ainda meio zonzo da criação assim tão espontânea, já ia saindo, após

receber uma capanga, também recém-criada, com todos os apetrechos de tabalho
dentro, inclusive uma garrafinha e uns sanduíches velhos, com ovo estragado, provavelmente
sobras de outro mundo, quando ouviu a última recomendação:

- Mas, aja rápido, que ainda tenho um mundo pra começar a criar amanhã cedinho, viu filho?

E assim, o geólogo adentra a lamentável cena. No caminho, tinha mamado metade da
garrafinha enquanto traçava os sanduíches de ovo estragado. Afinal, não tinha comido
nada ainda, desde que fora criado. Subiu num barranco, bateu palmas para chamar a
atenção, ninguém ligou. O pau comia solto.
- Atenção minha gente! Por favor!
Começou a ficar puto! Tirou da capanga a garrafinha e levou-a, avidamente, aos lábios.
- Atenção cambada de filadaputa!
O ovo estragado começou a fazer efeito. O geólogo suava aos cântaros. Sorveu mais uns três goles dolíquido quente, o que deve ter aumentado a fermentação estomacal. O calor era insuportável. A barriga do geólogoparecia uma bomba atômica. Até que o pino não aguentou e explodiu:
- PUUUMMMM!!!!
Foi o maior pum que jamais se ouviu sobre a face da Terra. O pipoco ecoou nas serranias e provocou uma reverberação estrondosa, que quase arrebenta os tímpanos dos brigões. O cheiro de enxofre inundou o ambiente, forçando os contendores a protegerem o nariz. Aos poucos, a balbúrdia se aquietou. Depois de três explosões secundárias, o silêncio era de cemitério. Nesse momento, todos se voltaram para aquela coisa estranha, aboletada sobre o barranco da estrada:
    • Uma figura imunda, coberta de poeira;
    • Colete sujo esquisito, cheio de bolsos;
    • Uns troços pendurados no pescoço;
    • Boné esculhambado, aba pra trás;
    • Óculos raiban escuros;
    • Barba imensa de troglodita;
    • Capanga bolorenta a tiracolo;
    • Cinturão de couro, com um monte de coisas penduradas, destacando-se um martelo, calibre 38, cabo longo;
    • Calça jeans surrada que nunca viu água;
    • Perneiras sobre as calças e botina de couro.
Depois de mais uma dose da divinal garrafa, o geólogo, por fim falou:
- Olha aqui cambada, o Homem me mandou aqui pra acabar com essa baderna.
Assim dizendo, sacou o martelo, para utilizá-lo como banquinho, pois pretendia sentar-se pra fazer seu discurso. Achando que ia começar um tiroteio, a platéia se mandou. Em uma fração de segundo pomba-gira, preto-velho e tranca-rua desincorporaram e escafederam. Ficaram somente o bebum e os interessados na pedra.
O geólogo tratou, então, de terminar logo sua tarefa.
- Vou resumir o que temos aqui. Neguinho tropeçou num baita diamante, e agora sofre o assédio imoral de cinco espertalhões, cada um se fingindo de morto pra levar a pedra para si, por um preço irrisório.
Neguinho quase tem um ataque cardíaco, apertando a pedra contra o peito com as duas mãos:
- A pedra é minha, ninguém tasca, eu vi primeiro!
O geólogo continuou:
- Bom, o fato é que alguém vai ter de ficar com o diamante... Mas, quem?
- Todos levantaram o braço, a um só tempo:
- Eu!!
- Então, vamos resolver isso rapidinho. Com a autoridade que me foi dada pelo Homem, farei uma, e uma só, pergunta a cada um dos interessados. Não haverá segunda chance. Aquele que acertar sua resposta, de primeira, será o feliz proprietário do diamante. Ok?
-Ok, todos responderam, menos Neguinho, claro.
- Comecemos então, disse o geólogo, não sem antes dar mais uma golada na inseparável garrafinha.
Dirigindo-se ao médico, perguntou de sopetão:
- Então homem dos medicamentos, diga-nos: qual o antitérmico específico para baixar a febre do ouro?
Desconcertado, o médico foi se desculpando:
- Seria a mesma coisa da febre amarela?!
O geólogo o encarou por uns bons 15 segundos. O médico, entendendo o recado, pega sua maleta e se manda.
Chamando o economista, o geólogo dispara:
- Vamos lá, homem dos custos: considerando o valor da matéria-prima, o que sai mais em conta para um programa de moradia popular: casa com telhado de vidro na praia, ou barracão de zinco sem telhado e sem pintura lá no morro?
- Bom... É... Seria para o "Minha Casa, Minha Vida"?
Sem nenhum comentário do geólogo, após 15 segundos de profundo silêncio, o economista pega sua régua de cálculo e cai na estrada.
Vendo que seria o próximo, o administrador já ia saindo de fininho, mas o geólogo interpela-o:
- Calma homem dos planos! O senhor que conhece de cabo a rabo os planos de negócios, me diga: qual é a estrutura de um plano de falha?
- Plano de falha?? Não seria um plano de falência?
O administrador nem esperou resposta. Baixou os olhos, pegou sua pastinha e deu no pé.
Para comemorar o bom andamento de sua missão, até ali, o geólogo deu uma beiçada na garrafinha e dirigiu-se, candidamente, ao engenheiro:
- Mas diga-nos, homem do tijolo e do cimento, o que acha do uso das placas tectônicas em lugar das placas de concreto?
- É... Por um acaso, o senhor quer dizer placa arquitetônica??
Silêncio constrangedor.
- Bom, é melhor eu ir andando. Tenho uma obra pra fiscalizar ainda hoje.
Assim dizendo, sumiu pela estrada, a régua T debaixo do braço.
Naquele momento, o advogado acabava de recolher seus códigos legais espalhados durante a refrega.
- Muito bem, disse o geólogo, pelo que vejo, o senhor conhece todas as leis de todos os códigos da terrinha.
- Isso mesmo, de trás pra frente, de cor e salteado.
- Pois então, homem das leis, quantos artigos existem na lei da sucessão estratigráfica?
- Data vênia, não seria lei da sucessão hereditária?!
Ante o olhar implacável do inquisidor, o advogado terminou de recolher seus códigos para ir embora, mas ainda pode ouvir:
- Aprenda de uma vez, homem das leis: há mais leis entre o céu e a terra do que...
O resto ele não ouviu porque já estava muito longe, estrada a fora.
Ufa! Missão cumprida, pensou o geólogo. Paz restabelecida, platéia dispersa, aproveitadores escorraçados... Só o pobre do bebum, que não tinha entendido porra nenhuma, continuava com sua pedra debaixo do braço:
- A pedra é minha e ninguém tasca!
Por duas vezes ameaçou atirá-la na cabeça do geólogo.
Nesse momento, Deus resolveu dar o toque final na história e apareceu, em pessoa. Usando de Seus poderes magnéticos, retirou a pedra do bebum e deu-a ao geólogo.
Inconsolável, Neguinho resistia a seguir viagem, mas Deus, a sinistra em sua cabeça, aconselhou-lhe:
- Vai meu filho, que tua ameixa, isto é, teu dedão já está curado. Vá para sua amada Minas e, lá chegando, torne-se um poeta e quando se lembrar dessa pedra do caminho, faça uma bela poesia. Ah! Leve esse barrilzinho contigo e, chegando lá, distribua o conteúdo com teus conterrâneos. Eles vão gostar pra caramba. Tem um papelzinho dentro, com a receita. Vai com De... Ops! Vai Comigo!
E assim foi. Neguinho montou um alambique, mas até hoje nunca esquece que havia uma pedra no caminho.
Ao geólogo finalmente, Deus disse:
- Meu filho, estou com muita pressa, vim apenas me despedir e agradecer, porque contigo, completei minha Criação. A Terra sem geólogo é como acarajé sem vatapá.
Tomando aquele imenso diamante de 10 quilos nas mãos, jogou-o para cima, e a pedra se esfalerou em bilhões de minúsculos fragmentos, levados pelos ventos e espalhados nos quatros cantos do mundo.
- Vai meu filho, estuda a Terra, mapeia as pedras, os rios, os vales, as montanhas e suas entranhas. Mostra aos homens que tudo de que eles precisam pra sobreviver, Eu provi aqui mesmo. Certo que alguns bens metálicos Eu escondi nuns lugares esquisitos por aí, nem Me lembro mais onde, mas tu hás de descobrir, com tua perspicácia. E sendo a Terra o celeiro das minhas criaturas diletas, é preciso respeitá-la, entendê-la e, sobretudo amá-la. Ensina tudo isso aos homens, em Meu nome. Vai que é tua, Brucutu!
- Como recompensa pelo teu competente trabalho, jamais correrás o risco de perder a unha num diamantão desse quilate. Aos garimpeiros caberá a tarefa de reunir os pedacinhos que aqui hoje dispersei. Mas, para isso, terão que ralar muito. E essa garrafinha te acompanhará para sempre. Será o bálsamo para a vida sofrida que terás. Mas beba com moderação, viu, meu filho?
Assim dizendo, pegou uma nuvem fria e se perdeu, céu a fora.
E é por isso que as coisas são como são.


18 março 2011

Breaking all the rules...:

If you want it slowly don't knock on my door
'Cause I want it all and a little bit more
If you want to go everywhere just let me know when
'Cause I want to be there again and again


Now I know the time is right and I can't wait another night
Love will never turn back around
Breaking all the rules when we get together
Anything at all are you ready to do
Breaking all the rules we can run away just me and you

Now that we're going, let's go all the way
Nobody can stop us I don't care what they say
I'll take you places that you've never known
Don't look behind you are you ready to go
Now I know the time is right and I can't wait another night
Love will never turn back around

I put my mind on the go because this feeling I know
Is never gonna'go away
And everybody around me has nothing to say
I'm just a runaway




14 fevereiro 2011

O Retrato de Dorian Gray...:

É um romance publicado por Oscar Wilde, considerado um dos grandes escritores irlandeses do século XIX. Foi publicado inicialmente como a história principal da Lippincott's Monthly Magazine em 20 de junho de 1890. Wilde depois reviu, alterou e ampliou essa edição, que foi publicada como a versão mais tarde por Ward, Lock e Company em abril de 1891.
Esta obra tornou-se um símbolo da juventude intelectual "decadente" da época e de suas críticas à cultura vitoriana, além de ter despertado grande polêmica em relação ao seu conteúdo homoerótico. O próprio Oscar Wilde foi apontado como o pai do decadentismo na Inglaterra, coisa que ele sempre negou. Aquando do julgamento de Wilde algumas partes deste livro foram usadas contra si.
Hoje, o livro tem sido descrito como "um dos clássicos modernos da Literatura Ocidental". A BBC classificou a obra como 118 na sua lista de "Big Read", uma lista com os 200 romances mais populares. Afinal, o livro é mais importante que a polêmica que gerou, como Oscar Wilde escreveu em seu prefácio: "Não existe livro moral ou amoral. Os livros são bem ou mal escritos. Eis tudo." Algumas bandas dos anos 80 como Smiths se influenciaram em Oscar Wilde.


21 janeiro 2011

Ironic...:

An old man turned ninety-eight
He won the lottery and died the next day
It's a black fly in your Chardonnay
It's a death row pardon two minutes too late
Isn't it ironic... don't you think

It's like rain on your wedding day
It's a free ride when you've already paid
It's the good advice that you just didn't take
Who would've thought... it figures

Mr. Play it Safe was afraid to fly
He packed his suitcase and kissed his kids good-bye
He waited his whole damn life to take that flight
And as the plane crashed down he thought
"Well, isn't this nice."
And isn't it ironic ... don't you think

It's like rain on your wedding day
It's a free ride when you've already paid
It's the good advice that you just didn't take
Who would've thought... it figures

Well life has a funny way
of sneaking up on you when you think everything's okay and everything's going right
And life has a funny way
of helping you out when you think everything's gone wrong and everthing blows up in your face

A traffic jam when you're already late
A no-smoking sign on your cigarette break
It's like 10,000 spoons when all you need is a knife
It's meeting the man of my dreams
And then meeting his beautiful wife
And isn't it ironic... don't you think
A little too ironic.. and yeah I really do think...


                             Alanis Morissette


14 janeiro 2011

Astrônomos do Planetário de Minnesota, nos EUA, afirmam que, por causa da atração gravitacional que a Lua exerce sobre a Terra, o alinhamento das estrelas foi empurrado por cerca de um mês.

A questão opõe astrólogos, que se baseiam na posição dos astros para fazer o horóscopo, e os astrônomos, preocupados com a posição atual de estrelas e planetas.

“Quando [os astrólogos] dizem que o sol está em Peixes, não está realmente em Peixes”, disse Parke Kunkle, um dos integrantes do Minnesota Planetarium Society à revista "Time". O signo astrológico é determinado pela posição do sol no dia em que a pessoa nasceu, o que significa que, de acordo com os astrônomos, tudo o que se sabia sobre horóscopo está errado.

Ainda de acordo com os o grupo de astrônomos, um 13º signo deveria fazer parte da astrologia, que teria imprecisões desde o seu início. A explicação é que, na Antiga Babilônia, apenas 12 das 13 constelações foram levadas em conta, ignorando Serpentário, que tem como símbolo a cobra.


De acordo com os astrônomos de Minnesota, esta é o período correto que identificaria cada signo:
Capricórnio: de 20 de janeiro a 16 de fevereiro
Aquário: de 16 de fevereiro a 11 de março
Peixes: de 11 de março a 18 de abril
Áries: de 18 de abril a 13 de maio
Touro: de 13 de maio a 21 de junho
Gêmeos: de 21 de junho a 20 de julho
Câncer: de 20 de julho a 10 de agosto
Leão: de 10 de agosto a 16 de setembro
Virgem: de 16 de setembro a 30 de outubro
Libra: de 30 de outubro a 23 de novembro
Escorpião: de 23 a 29 de novembro
Serpentário: de 29 de novembro a 17 de dezembro
Sagitário: de 17 de dezembro a 20 de janeiro

12 janeiro 2011

O Clube dos Cinco...:

Pra quem não viu ou já se esquece de como é aí vai uma dica.
The Breakfast Club é um filme norte-americano do gênero drama produzido em 1985. Foi escrito e dirigido por John Hughes. A história mostra um dia na vida de cinco adolescentes que, por terem se comportado mal na escola, ficam detidos um sábado inteiro e tendo que redigir um longo texto, com mais de mil palavras, sobre o que eles pensam sobre si mesmos. Apesar de muito diferentes, eles acabam se conhecendo melhor e dividindo seus dramas pessoais.
O filme se tornou um clássico cult, um filme que define a década de 1980, e teve uma enorme influência sobre a vinda de muitos dos filmes do gênero, desde então. Foi inteiramente rodado em sequência. As filmagens começaram em 28 de março de 1984, e terminou em Maio de 1984.

07 janeiro 2011

Menino Guerreiro...

Menino guerreiro caminhando pelo céus
Sonhos perdidos nos rastros dos Deuses
Louca jornada entre estrelas e sóis
À procura da luz, de imensos faróis

Menino guerreiro brincando de vida
Colhendo sonhos dos desertos da ira
Semeando desejos em geleiras cantantes
À procura da paz e dos seus amantes

Menino guerreiro de grande solidão
Cavalgando as nuvens  de sua ilusão
Na busca selvagem da perdida flor
Promessa perene de infinito amor

O menino guerreiro então perguntou
Aos olhos castanhos que encontrou
Sou eu que faço o meu destino
Ou sigo apenos o já definido?


                                 Eberhard Wernick


30 dezembro 2010

Réveillon...:

O Ano-Novo ou Réveillon é um evento que acontece quando uma cultura celebra o fim de um ano e o começo do próximo. Todas as culturas que têm calendários anuais celebram o "Ano-Novo". A celebração do evento é também chamada réveillon, termo oriundo do verbo francês réveiller, que em português significa "despertar".
A comemoração ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1 de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, deriva do nome de Jano, que tinha duas faces - uma voltada para frente e a outra para trás.

 Feliz Ano Novo...!!!

21 dezembro 2010

Sobre o Natal...

O verdadeiro simbolismo de Natal oculta transcendentes mistérios. Esta festividade tem sua origem fixada no paganismo. Era um dia consagrado à celebração do “Sol Invicto”. O Sol tem sua representação no deus greco-romano Apolo e, seus equivalentes entre outros povos pagãos são diversos: Ra, o deus egípcio, Utudos na Babilônia, Surya da Índia e também Baal e Mitra.
Mitra era muito apreciado pelos romanos, seus rituais eram apenas homens que participavam. Era uma religião de iniciação secreta, semelhante aos existes na Maçonaria. Aureliano (227-275 d.C), Imperador da Roma, estabeleceu no ano de 273 d.C., o dia do nascimento do Sol em 25 de dezembro “Natalis Solis Invcti”, que significava o nascimento do Sol invencível. Todo O Império passou a comemorar neste dia o nascimento de Mitra-Menino, Deus Indo-Persa da Luz, que também foi visitado por magos que lhe ofertaram mirra, incenso e ouro. Era também nesta noite o início do Solstício de Inverno, segundo o Calendário Juliano, que seguia a “Saturnalia” (17 a 24 de dezembro), festa em homenagem à Saturno. Era portanto, solenizado o dia mais curto do ano no Hemisfério Norte e o nascimento de um Novo Sol. Este fenômeno astronômico é exatamente o oposto em nosso Hemisfério Sul.
Estas festividades pagãs estavam muito arraigadas nos costumes populares desde os tempos imemoráveis para serem suprimidas com a advento do Cristianismo, incluso como religião oficial por Decreto por Constantino (317-337 d.C), então Imperador de Roma. Como antigo adorador do Sol, sua influência foi configurada quando ele fez do dia 25 de dezembro uma Festa Cristã. Ele transformou as celebrações de homenagens à Mitra, Baal, Apolo e outros deuses, na festa de nascimento de Jesus Cristo. Uma forma de sincretismo religioso. Assim, rituais, crenças, costumes e mitos pagãos passam a ser patrimônio da “Nova Fé”, convertendo-se deuses locais em santos, virgens em anjos e transformando ancestrais santuários em Igrejas de culto cristão. Deve-se levar em consideração que o universo romano foi educado com os costumes pagãos, portanto não poderia ocorrer nada diferente.
Todavia, o povo cristão do Oriente, adaptou esta celebração para 6 de janeiro, possivelmente por uma reminiscência pagã também, pois esta é a data da aparição de Osíris entre os egípcios e de Dionísio entre os gregos.


12 dezembro 2010

Esperanças...!

Existem três etapas em nossa vida....

A primeira em que acreditamos em Papai Noel;

A segunda, onde deixamos de acreditar no Papai Noel;

E a última, que passamos a ser Papai Noel!

27 novembro 2010

Santa Maria de Itabira...!

Foi um povoado que surgiu nos meados do século XIX, ao redor da capela e posteriormente Igreja Matriz, criando a freguesia de Nossa Senhora do Rosário de Santa Maria de Itabira em 15 de setembro de 1870.
A fundação de Santa Maria de Itabira remonta época das explorações auríferas.
Uma pequena capela de Nossa Senhora do Rosário de Santa Maria de Itabira foi erguida em meados do século XIX em terras da serra do Espinhaço, bacia do rio Doce. O poder e a importância da Igreja Católica não deixaria o homem perdido na natureza, sem a assistência da religião. Assim como nas outras regiões mineiras, em Santa Maria de Itabira, coube à própria sociedade erigir seus templos. O Senado da Câmara algumas vezes doava um pedaço de terra ou então, concedia uma licença para os devotos pedirem esmola e poderem, assim, construir uma capela ao santo devoto. Desse modo, as capelas existentes na região foram esforço das irmandades, que concentrando recursos advindos das cobranças das anuidades dos irmãos e de doações diversas, puderam cultuar seus santos com uma arte requintada.
O culto a Nossa Senhora do Rosário tem no Brasil sua raiz ligada ao sincretismo religioso, sendo a irmandade dos negros devota da Senhora do Rosário. Os escravos vindos da África para o Brasil, embora tenham trazido de seus grupos étnicos de origem suas próprias crenças e rituais, foram aos poucos aculturados, catequizados e convertidos ao catolicismo. No processo de assimilação, entretanto, muito dos seus valores foram preservados, as imagens dos mitos anteriores associadas aos santos, trazendo aspectos de suas culturas para a nova condição religiosa. A própria maneira de ser, o gosto pela música, pela dança, pelos panos coloridos, contrastava radicalmente com os padrões da Igreja Católica da época, que mantinha uma severidade medieval. Por tudo isso, não é de surpreender que as populações negras tenham tido dificuldades de conciliar sua forma de culto com a anteriormente estabelecida.
A partir de 17 de dezembro de 1938 mudou de nome para Santa Maria de Itabira.O município foi criado em 1943 a partir de uma distrito da Capital brasileira da poesia, Itabira.

29 outubro 2010

Temores da Paixão...:

Bela poesia são os teus olhos,
Doce são os versos que saem de sua boca,
Melodia divina que me faz apaixonar,
Não sai da minha cabeça essa vontade de te amar.

A distância que nos separa é infinita,
Mas existe uma esperança de te encontrar,
Algum dia nossos lábios irão se cruzar,
Nossas fantasias poderemos concretizar.

Tenho medo dos ventos destridores da paixão,
Tenho medo de ficar só nessa ilusão,
Tenho medo de acordar e descobrir,
Que você jamais vai estar aqui.

Sentir teu perfume é tortura constante,
Te olhar e não poder abraçá-lo neste instante,
Viverei até a morte nesse pesadelo de amor,
De tanto pensar em você, que não me dá valor.

                                                                              Bruno
                                                                              Camila

23 outubro 2010

Votando...:

Não adianta as ofensas partidárias, quem vota deve votar por uma ideologia partidária, não somento porque é um homem ou uma mulher, não porque é fulano ou beltrano, mas sim pelas idéias na qual os partidos estão nos propondo. É ridículo pensar que um não fez isso ou aquele não vai fazer. Não existe o governo perfeito, em que dentro de 4 ou 8 anos o presidente vai sanar todos os problemas do país. É fato que o atual governo fez muito sim, não há como negar e quem nega, o faz sem argumentos decentes. Querem julgar o governo por corrupções como justificativa de um governo ruim, sem ética. Vejamos bem, julguem governos anteriores também, que se dizem com ética, mas veja se o país prosperou tanto quanto nesses 8 últimos anos. A classe de professores, que deveriam ser, irrecusávelmente, valorizados, Mineiros sofrem por um governo PSDBista que não os dá o devido valor, prometem aumentos que nunca se concretizam. Rídiculos são também os pseudo-militantes que ofendem os canditados, os chamando de "anta", "analfabeto"......se bem que se todo ser chamado de analfabeto fosse presidente.....
Apoio sim o partido do PT. Como qualquer um que apoie outro partido. Acredito que eles fazem a diferença e que é possível viver num Brasil melhor. LAR

20 setembro 2010

Ao fazer parte da poesia...

A licença poética é a incorreção de linguagem permitida na poesia. São opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. 
A arte pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, criar a uma variação espaço-tempo por onde os enredos se enveredam, desviar da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o carácter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").
Talvez também se enquadre, o simples fato de um mundo rosa, surgir na forma ou na tentativa de materialização do amor pra aqueles que amamos, e muitos mundos coloridos serão criados na esperança de seu maravilho futuro. 


18 agosto 2010

Avatara...

Avatar vem do sânscrito Aval, que significa "Aquele que descende de Deus", ou simplesmente "Encarnação". Qualquer espírito que ocupe um corpo de carne, representando assim uma manifestação divina na Terra.

A melhor definição vem de um antigo escrito indiano, Vedas:

"Avatara, ou a encarnação da Divindade, descende do reinado de Deus pela criação e manutenção da manifestação em um corpo material. E essa forma singular da Personalidade da Divindade que então se apresenta é chamada de encarnação ou Avatara. Tais Personalidades estão situadas no mundo espiritual, o reinado de Deus. Quando Eles transcendem para a criação material, Eles assumem então o nome Avatara." - Chantajar-caritativa 2.20.263 - 264.

Um avatar é uma forma encarnada de um Ser Supremo, e tais incontáveis formas divinas residem em um plano espiritual.

Quando essa forma despersonalizada de Deus transcende daquela dimensão elevada para o plano material do mundo, Ele - ou Ela - é conhecido então como a encarnação ou Avatara.

Em uma concepção mais abrangente, a encarnação poderia ser descrita como o corpo de carne. Mas essa concepção seria talvez errada, conquanto tais formas divinas não se tornam reais seres de carne e osso, ou assumem corpos materiais. Uma alma comum assume corpos matérias de carne e osso, mas no caso dessa manifestação divina, Seu corpo e Sua alma transcendem a matéria e embora apareçam como impersonalizações, aquele corpo também pertence a Sua essência espiritual.

Essa palavra Avatar se tornou popular entre os meios de comunicação e informática devido às figuras que são criadas à imagem e semelhança do usuário, permitindo sua "personalização" no interior das máquinas e telas de computador. Tal criação assemelha-se a um avatar por ser uma transcendência da imagem da pessoa, que ganha um corpo virtual, desde os anos 80, quando o nome foi usado pela primeira vez em um jogo de computador.

Mas a primeira concepção de Avatar vem primariamente dos textos Hindus, que citam Krishna como o oitavo avatar - ou encarnação - de Vishnu, a quem muitos Hindus adoravam como um Deus.

16 agosto 2010

Não incorporado!

O frio hoje está de rachar os lábios. O céu está acinzentado, parece sempre que vai chover.
Senti falta dos meus cobertores, da minha cama.
Queria muito voltar pra casa, mas cá estou, ao longe. Olhando sempre em busca das horas que me faltam para voltar pra casa.
Por agora, só me resta comemorar, pois já acabou o dia de trabalho. É hora de ir para meu recluso local provisório, onde lá penso e medito esperando o próximo dia chegar.
Busco nas ilusões das letras e nas cores das imagens a minha força pra prosseguir na luta diaria da vida.
Ás vezes me sinto perdido e solitário. Fico só nas lembranças, até ouvir sua voz.
Melhor então deixar aqui, que fique aqui, a minha vontade de sumir no mundo.
Só quero estar mesmo entre os belos horizontes.

                                                                                                                           LAR

13 agosto 2010

A formatura!!!

No entardecer do dia,
depois de algumas risadas soltas no bar,
enquanto do banho saía,
escorreguei!
Dei com o dedo na pia.
Olhei pra cima, sentindo muita dor
que naquele momento
senti foi calor!
Só consegui ver o fogo da fênix,
e já de roupa pronta,
voltei pra minha cerveja no cálix,
rapidamente fomos embora,
subimos o morro para a festa
onde outrora,
me parece, que houve palestra.
E já de dia,
a minha cinderela
era formada em geologia!

LAR

12 agosto 2010

Estudantes estudantes estudantes....

No dia 11 de agosto de 1827, D. Pedro I instituiu no Brasil os dois primeiros cursos de ciências jurídicas e sociais do país: um em São Paulo e o outro em Olinda, este último mais tarde transferido para Recife. Até então, todos os interessados em entender melhor o universo das leis tinham de ir a Coimbra, em Portugal, que abrigava a faculdade mais próxima.

Na capital paulista, o curso acabou sendo acolhido pelo Convento São Francisco, um edifício de taipa construído por volta do século XVII. As primeiras turmas formadas continham apenas 40 alunos. De lá para cá, nove Presidentes da República e outros inúmeros escritores, poetas e artistas já passaram pela escola do Largo São Francisco, incorporada à USP em 1934.

Cem anos após sua criação dos cursos de direito, Celso Gand Ley propôs que a data fosse escolhida para homenagear todos os estudantes. Foi assim que nasceu o Dia do Estudante, em 1927.


18 julho 2010

Dia Internacional da Amizade

A data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro. Ele se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, considerando a conquista não somente uma vitória científica, como também uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do universo. Assim, durante um ano, o argentino divulgou o lema "Meu amigo é meu mestre, meu discípulo é meu companheiro".

06 julho 2010

AMO ESTAR CONTIGO

A felicidade fica estampada
se perto de você estou,
crio uma sensação gostosa
de vinho com amor.

Mergulho por gargalhadas e
visitamos a casa do humor!
Amo estar contigo,
pois seu brilho vejo longe,
digo que estou feliz
só de sentir o seu perfume!

Maravilha você provoca,
não esgota meu bem querer,
conversar contigo
é fonte de muito prazer!


                                                PROFA

PS: BBB

Pouco mais que as outras...: